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Problemas actuales de la enseñanza aprendizaje de la matemática

  • José Manuel Ruiz Socarras
El objetivo del trabajo es reflexionar sobre algunos de los problemas actuales de la enseñanza aprendizaje de la matemática. Las mismas se realizan a partir de la necesidad de mejorar en todos los niveles educativos, el proceso de enseñanza aprendizaje de las ciencias en general y de la ciencia matemática en particular. El autor expresa en el trabajo su conocimiento y experiencia sobre dicho proceso y analiza cinco cuestiones fundamentales: la competencia del profesor de matemática, el trabajo diferenciado con el estudiante, la contextualización matemática, el contenido matemático como un todo y por ultimo, la importancia de los métodos aproximados de solución; concluyendo que la competencia del profesor de matemática es un aspecto esencial en el desarrollo del proceso de enseñanza aprendizaje de esta disciplina, lo cual incluye entre otros aspectos, no solo un profundo dominio del contenido matemático, sino también del pedagógico y de la didáctica de la matemática.
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Gestão democrática e participação na escola pública popular, Gestão democrática e participação na escola pública popular

  • Maria Célia Borges Dalberio
O objetivo do presente artigo é discutir a democracia, a gestão participativa na escola pública, a cidadania e a autonomia, bem como os desafios e possibilidades para a construção de uma escola democrática. Para tanto, recorremos à pesquisa bibliográfica, seguida da análise, síntese e recriação das idéias. Os resultados apontam que para a efetivação da democracia escolar necessitaremos criar órgãos de gestão que garantam a representatividade, a continuidade e a legitimidade da participação popular. Dentre esses destacamos o Conselho Escolar ou Colegiado, o Conselho de Classe, a Associação de Pais e Mestres e o Grêmio Estudantil. Tais instâncias podem ampliar a participação popular e a qualidade da gestão democrática. Há muito que aprender sobre democracia na sociedade e na escola. Existe uma cultura de autoritarismo e um poder sutil que conduz ao imobilismo e prejudica a democracia e, consequentemente, a cidadania e a autonomia. A qualidade de ensino na escola pública popular deve se traduzir na democratização do conhecimento para todos e todas. Concluímos que o professor precisa ter consciência clara da concepção pedagógica que orienta a sua prática educativa e do seu compromisso político com os seus alunos. Se trabalhar com a classe desprovida de riquezas – as vítimas da sociedade capitalista – deve trabalhar a favor delas, na busca de sua libertação. A cidadania será construída no exercício efetivo de práticas democráticas e participativas na escola, comprometidas com a emancipação dos sujeitos ativos e atores de sua própria história., O objetivo do presente artigo é discutir a democracia, a gestão participativa na escola pública, a cidadania e a autonomia, bem como os desafios e possibilidades para a construção de uma escola democrática. Para tanto, recorremos à pesquisa bibliográfica, seguida da análise, síntese e recriação das idéias. Os resultados apontam que para a efetivação da democracia escolar necessitaremos criar órgãos de gestão que garantam a representatividade, a continuidade e a legitimidade da participação popular. Dentre esses destacamos o Conselho Escolar ou Colegiado, o Conselho de Classe, a Associação de Pais e Mestres e o Grêmio Estudantil. Tais instâncias podem ampliar a participação popular e a qualidade da gestão democrática. Há muito que aprender sobre democracia na sociedade e na escola. Existe uma cultura de autoritarismo e um poder sutil que conduz ao imobilismo e prejudica a democracia e, consequentemente, a cidadania e a autonomia. A qualidade de ensino na escola pública popular deve se traduzir na democratização do conhecimento para todos e todas. Concluímos que o professor precisa ter consciência clara da concepção pedagógica que orienta a sua prática educativa e do seu compromisso político com os seus alunos. Se trabalhar com a classe desprovida de riquezas – as vítimas da sociedade capitalista – deve trabalhar a favor delas, na busca de sua libertação. A cidadania será construída no exercício efetivo de práticas democráticas e participativas na escola, comprometidas com a emancipação dos sujeitos ativos e atores de sua própria história.
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El conocimiento profesional en docentes noveles: la compleja construcción de una práctica sociopolítica

  • Constanza Caffarelli
  • Ana M. Viscaíno
El trabajo se propone dar cuenta de algunos problemas prácticos con los que se encuentran los graduados noveles de la carrera docente de Comunicación Social en el momento de insertarse profesionalmente en instituciones educativas de diversos niveles (EGB 3, Polimodal y Superior). El caso sobre el que se centrará nuestra discusión se refiere al control de la gestión en el aula, en especial a los problemas en la intervención de los docentes ante la transgresión, incumplimiento o cuestionamiento de las normas y pautas que regulan el marco áulico e institucional. El problema se sitúa en el marco de los múltiples entrecruzamientos donde los graduados noveles construyen sus identidades docentes: las biografías personales y sociales de los sujetos, la formación inicial, las instituciones educativas en las que se insertan laboralmente, el momento sociohistórico en que estas alternativas se despliegan, entre otras. Nuestra hipótesis vincula el modo en que los docentes noveles responden a la transgresión o incumplimiento de los estudiantes a las pautas áulicas e institucionales con la coexistencia de representaciones sociales contrapuestas respecto del ejercicio de la autoridad y con el tratamiento diferencial que se da al tema en contextos educativos, según el momento histórico y político.
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De aprendizajes, competencias y capacidades en la educación primaria. Desandando caminos para construir nuevos senderos…

  • Horacio Ademar Ferreyra
  • Sebastián Ariel Orrego
  • Gabriela Cristina Peretti
  • Marta Fontana
  • Marta Pasut
  • Raquel del Carmen Seara
  • Susana Ester Caelles Arán
  • María Jacinta Eberle
  • Marta Judith Kowadlo
  • Silvana Marcela Bodoira
  • Diana Marta Millen
  • Christian Sebastián Schneider
El desarrollo de aprendizajes en la Educación en general y en la Primaria en particular requiere del desarrollo de competencias y capacidades. En el presente trabajo se describe la situación de la educación primaria y se aborda centralmente la propuesta curricular como catalizadora de la realidad. Además, a partir de una consulta a informantes claves, se enuncian las competencias consideradas básicas para dicha trayectoria educativa. Finalmente, se expresan a la luz de la realidad socio-educativa las competencias prioritarias o sea aquellas que no pueden dejar de enseñarse en una escuela comprometida con la tarea de fortalecer las predisposiciones del pensamiento para aprender a aprender, a emprender y a convivir a lo largo de toda la vida.
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A Educação Física na Educação Infantil: a importância do movimentar-se e suas contribuições no desenvolvimento da criança, A Educação Física na Educação Infantil: a importância do movimentar-se e suas contribuições no desenvolvimento da criança

  • Andréia Paula Basei
O presente artigo apresenta uma reflexão acerca da Educação Física na Educação Infantil, partindo da importância do movimentar-se humano e as contribuições que as experiências com a cultura do movimento podem trazer nesse período de vida da criança e em todo o seu processo de formação. Nossas reflexões partem da consideração de que esse nível de ensino deve ser um espaço socioeducativo onde é fundamental permitir que a criança tenha acesso a elementos da cultura universal e à natureza, a trocas de experiências com outras crianças e à mediação do professor, para que dessa maneira ela possa construir e elaborar hipóteses para a compreensão e sua intervenção no mundo, propiciando um processo de desenvolvimento e aprendizagem criativo, crítico e significativo. Para isso, inicialmente vamos pontuar alguns aspectos que consideramos relevante ao falarmos do processo de desenvolvimento humano e da educação infantil e, num segundo momento, falaremos especificamente sobre como a Educação Física através do movimentar-se humano pode contribuir para o desenvolvimento da criança na Educação Infantil através de uma proposta didático-metológica que apresenta seus princípios de organização através das experiências corporal, material e de interação social, que respeita a criança em seu desenvolvimento, trabalhando os aspectos cognitivos, sociais, afetivos e motores de forma integrada a fim de desenvolver o olhar crítico da criança ante as relações sociais da sociedade em que ela está inserida, partindo da compreensão do mundo vivido e objetivando a construção de uma identidade emancipada., O presente artigo apresenta uma reflexão acerca da Educação Física na Educação Infantil, partindo da importância do movimentar-se humano e as contribuições que as experiências com a cultura do movimento podem trazer nesse período de vida da criança e em todo o seu processo de formação. Nossas reflexões partem da consideração de que esse nível de ensino deve ser um espaço socioeducativo onde é fundamental permitir que a criança tenha acesso a elementos da cultura universal e à natureza, a trocas de experiências com outras crianças e à mediação do professor, para que dessa maneira ela possa construir e elaborar hipóteses para a compreensão e sua intervenção no mundo, propiciando um processo de desenvolvimento e aprendizagem criativo, crítico e significativo. Para isso, inicialmente vamos pontuar alguns aspectos que consideramos relevante ao falarmos do processo de desenvolvimento humano e da educação infantil e, num segundo momento, falaremos especificamente sobre como a Educação Física através do movimentar-se humano pode contribuir para o desenvolvimento da criança na Educação Infantil através de uma proposta didático-metológica que apresenta seus princípios de organização através das experiências corporal, material e de interação social, que respeita a criança em seu desenvolvimento, trabalhando os aspectos cognitivos, sociais, afetivos e motores de forma integrada a fim de desenvolver o olhar crítico da criança ante as relações sociais da sociedade em que ela está inserida, partindo da compreensão do mundo vivido e objetivando a construção de uma identidade emancipada.
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Los mapas conceptuales, las TIC y el e-learning

  • Lydia Rosa Ríos Rodríguez
  • Elsy López Rodríguez
  • Mateo Lescano Brito
  • Aurelio Hernández Reyes
  • Addislexy García Hernández
A principio de los años 60 las computadoras habían comenzado a extenderse por las universidades, sobre todo en Estados Unidos y su uso empezó a ser parte integrante de la formación de los estudiantes universitarios en algunas carreras. Patrick Suppes, filósofo y matemático de la Universidad de Stanford, en un artículo que apareció en 1966, en la popular revista Scientific American, resumía las expectativas y las ideas de ese momento y sostenía que la verdadera función revolucionaria de las com-putadoras en la educación, se debía a la nueva área de la instrucción asistida por computadora. Allí comenzaba prediciendo que: “dentro de unos pocos años millones de escolares tendrán acceso a algo de lo que gozaba el hijo de Filipo de Macedonia, Alejandro, como una prerrogativa real: los servicios personales de un tutor tan bien informado e idóneo como Aristóteles” [ALM05].Los primeros sistemas de enseñanza asistida por computadora fueron los programas lineales, en los que no se podía cambiar el orden de enseñanza establecido por el programador de forma tal que si el alumno no había entendido claramente los contenidos expuestos hasta ese momento no podía volver atrás .y no ofrecían una enseñanza individualizada.
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La Brecha de Pertinencia y el uso de recursos digitales en educación: explorando el caso chileno

  • José Garrido Miranda
  • Jaime Rodríguez Méndez
  • Sonia Pino Espinoza
  • Evelyn Mujica Appiani
  • Carol Basaez Sepúlveda
  • Máximo Pérez Campos
A partir de un estudio realizado para el Centro de Educación y Tecnología del Ministerio de Educación de Chile, un equipo multidisciplinario del Centro Costadigital de la Pontificia Universidad Católica de Valparaíso, llevó a cabo un proceso de indagación destinada a identificar la brecha existente entre las necesidades y las expectativas sobre el uso de recursos digitales expresadas por actores claves del sistema escolar y las TIC disponibles para fines educativos. Los resultados muestran que para un número significativo de las necesidades explicitadas existen recursos digitales que, sin embargo, no son utilizados por docentes de aula ni docentes-directivos. Como interpretación de esta situación se propone el concepto de Brecha de Pertinencia o la diferencia entre lo que necesitan los profesores y lo que ofrecen los recursos digitales. Con el objetivo de propiciar la superación de esta brecha, se propone la creación de un Sistema Integral de Recursos Digitales que horizontaliza los flujos de información entre los creadores de recursos, los gestores de la política pública educativa y los docentes de los establecimientos, a partir de una perspectiva que reconoce el proceso de resignificación y construcción de conocimiento que realizan los profesionales de la educación y que sustenta la toma de decisión para el uso o no uso de recursos digitales.
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El Prácticum y la formación en competencias del Maestro de Educación Infantil en España

  • Rosario Mérida Serrano
Este artículo recoge parte de una investigación llevada a cabo en la Facultad de Ciencias de la Educación de la universidad de Córdoba, concretamente en el 2.º curso de Magisterio de Educación Infantil en la asignatura de Prácticum II. Como enmarque teórico de nuestro trabajo realizamos una revisión de los modelos actuales presentes en la formación inicial de los docentes en España, centrándonos en las cinco corrientes más relevantes —enciclopédico, técnico, humanista, práctico y crítico—. A continuación exponemos la concepción de profesional práctico-reflexivo por el que abogamos en nuestro centro y que, desde el año 1995, queda recogido en el Marco de Prácticum de la Facultad. En este documento se reflexiona sobre tres ámbitos fundamentales que vertebran nuestra labor formativa en la titulación y que se concretan en: 1) Relaciones teoría-práctica; 2) Dimensiones organizativas, y (3) Competencias u objetivos a alcanzar.
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Una experiencia de autocapacitación docente Proyecto: “El conocimiento y la capacitación como construcciones autogestionadas”

  • Estela M. Soliani
  • Patricia Hermosilla
  • Laura Angelino
  • Gladys Barrios
  • Alejandro Torres Claro
Reflexionar sobre la práctica profesional significa cuestionar los ritos más estables de los modelos instaurados. Este trabajo tiene como objetivo narrar una experiencia de autocapacitación en una escuela pública de Nivel Medio, que tuvo como eje central la práctica pedagógica. Fue pensada como capacitación autogestionada, con el propósito de concebir un espacio de perfeccio­namiento con un sello de identidad institucional. Esto nos permitió compartir las eventualidades cotidianas del aula y reformular las mismas a la luz de la teoría.También pudimos involucrarnos y tomar decisiones sobre la base de parámetros que no siempre son tenidos en cuenta en la capacitación que llega como oferta desde distintos estamentos.Por último, y lo más importante, nos permitió aprender, deconstruir y construir, cuestionar y cuestionarnos desde una horizontalidad abierta que nos planteó no pocos desafíos, pero que en todo momento nos condujo a analizar fracturas y articulaciones entre supuestos teóricos y practicas concretas.  
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Hacia la convergencia europea: relato de una experiencia de innovación docente en la UEM

  • Ana Cruz
  • A. Benito
  • A. Cáceres
  • E. Alba
En el año 2000, la UEM realizó un estudio con el objetivo de recoger, a través del juicio de más de un centenar de expertos de distintos sectores profesionales, ese “algo más” que, dando por sentados conocimientos técnicos y teóricos, diferencia a un recién licenciado excelente del resto. El interés del estudio radicaba en determinar el perfil de competencias demandado en nuestro contexto sociocultural más inme-diato, esto es, en los potenciales empleadores de nuestros alumnos. A partir de los resultados de este estudio se puso en práctica en el curso siguiente un Plan de Competencias, a través del cual las facultades centraron su atención en la determinación de los itinerarios competenciales de sus titulaciones y en el desarrollo efectivo de las competencias personales y profesionales adecuadas en cada momento. El desarrollo de las competencias dentro las asignaturas de los planes de estudios, la oferta de asignaturas de libre elección de corte competencial y los cursos de formación complementaria de alumnos fueron la base del plan.
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